Ah, senhores dignos de seu signo de terra. Que dureza é essa que não se deixa atravessar? E lá vem você, com a fluidez que até penhoraria todos os teus bens, para com um único bem ficar, o da companhia. E olha só que agonia, não vai adiantar. Eu sei bem, que por vezes, a gente venderia tudo para com um bem estar, mas desista: a terra, não quer ar. É um sinal da vida, ela vem nos alertar: não há nada que a gente faça, por vezes, que sirva para uma terra conquistar. Coloca a mão nos olhos, é poeira. Foi o que da terra restou. É a desculpa que faltava, já é hora de chorar. Ah! Pobre da terra, escondendo sua aridez nas vestes da firmeza. Uma hora ela aprende, e vai buscar um ar pra respirar.