O triângulo, por intermédio de uma série de acontecimentos, se revelou como significativa representação simbólica de crenças e experiências às quais vivenciei e vivencio, em constante renovação de verdade profunda.
Há uma enorme lista de significados os quais são devotados aos triângulos, sejam eles carregados de projeções positivas ou negativas. À mim, o triângulo surgiu como metáfora que remetia ao humano tomado enquanto corpo, mente e espírito em mútua relação. Neste sentido, o homem se constitui a partir de seus aspectos físicos, dos aspectos mentais (emoções, afetos, pensamentos...) e por fim, pela atividade do espírito, que são os juízos, os critérios pessoais. Esta visão de pessoa, que carrega consigo uma série de implicações se tornaram presentes em minha experiência de modo a vir de encontro com o modo como enxergo as pessoas e o mundo, não no sentido estrito da racionalização, mas no que concerne às mais fundamentais perguntas que tenho: De onde viemos? Para onde vamos? Quem somos?
O triângulo equilátero, voltado para cima representa a totalidade da experiência humana também ao tomá-lo como a relação entre a unidade e a totalidade. A totalidade é o mistério, é o ponto fonte de onde se abre para uma experiência total. É o que está acima de todos nós e que aponta para o todo. No triângulo, este ponto se abre para os dois lados e forma ao fim a base, que a meu ver é o terreno, é o âmbito da experiência, dos acontecimentos, da vida. É o que vivenciamos, de modo tal que estamos ligados intrinsecamente a este ponto acima, um ponto uno, do qual tudo parte e para onde tudo vai no ciclo do triângulo.
Esta relação de unidade e totalidade me surpreendeu ainda mais quando, ao ler sobre, descobri que o triângulo é o primeiro símbolo geométrico, é a base da geometria, sendo que qualquer polígono com um número maior de lados, pode reduzir-se a uma sucessão de triângulos, ao traçar todas as suas diagonais a partir de um vértice. Isto é, tomando a humanidade, a fonte de significado que me trouxe ao triângulo, qualquer humano (polígono), por mais diverso que possa ser em suas características, fundamentalmente tem a mesma base que todos os outros, isto é: o triângulo. Ele é formado da mesma estrutura, ainda que seja completamente singular.
O triângulo é então carregado da simplicidade do que é a humanidade e um convite ao emaranhado de destrinchamentos os quais cada ser singular pode se tornar. É um símbolo que carrega o sentido da pequenez que somos e da grandiosidade à qual estamos conectados. É um lembrete à mim de que devo estar conectado ao mais fundamental, ao mais simples e, portanto, mais elementar da experiência humana.
Há uma enorme lista de significados os quais são devotados aos triângulos, sejam eles carregados de projeções positivas ou negativas. À mim, o triângulo surgiu como metáfora que remetia ao humano tomado enquanto corpo, mente e espírito em mútua relação. Neste sentido, o homem se constitui a partir de seus aspectos físicos, dos aspectos mentais (emoções, afetos, pensamentos...) e por fim, pela atividade do espírito, que são os juízos, os critérios pessoais. Esta visão de pessoa, que carrega consigo uma série de implicações se tornaram presentes em minha experiência de modo a vir de encontro com o modo como enxergo as pessoas e o mundo, não no sentido estrito da racionalização, mas no que concerne às mais fundamentais perguntas que tenho: De onde viemos? Para onde vamos? Quem somos?
O triângulo equilátero, voltado para cima representa a totalidade da experiência humana também ao tomá-lo como a relação entre a unidade e a totalidade. A totalidade é o mistério, é o ponto fonte de onde se abre para uma experiência total. É o que está acima de todos nós e que aponta para o todo. No triângulo, este ponto se abre para os dois lados e forma ao fim a base, que a meu ver é o terreno, é o âmbito da experiência, dos acontecimentos, da vida. É o que vivenciamos, de modo tal que estamos ligados intrinsecamente a este ponto acima, um ponto uno, do qual tudo parte e para onde tudo vai no ciclo do triângulo.
Esta relação de unidade e totalidade me surpreendeu ainda mais quando, ao ler sobre, descobri que o triângulo é o primeiro símbolo geométrico, é a base da geometria, sendo que qualquer polígono com um número maior de lados, pode reduzir-se a uma sucessão de triângulos, ao traçar todas as suas diagonais a partir de um vértice. Isto é, tomando a humanidade, a fonte de significado que me trouxe ao triângulo, qualquer humano (polígono), por mais diverso que possa ser em suas características, fundamentalmente tem a mesma base que todos os outros, isto é: o triângulo. Ele é formado da mesma estrutura, ainda que seja completamente singular.
O triângulo é então carregado da simplicidade do que é a humanidade e um convite ao emaranhado de destrinchamentos os quais cada ser singular pode se tornar. É um símbolo que carrega o sentido da pequenez que somos e da grandiosidade à qual estamos conectados. É um lembrete à mim de que devo estar conectado ao mais fundamental, ao mais simples e, portanto, mais elementar da experiência humana.