Deu lugar para que se sentasse. Precisava de apenas um pedaço de pano velho no chão, algo que chamaria de tapete. Encostado na parede, com um prato de arroz e feijão na mão.
Não precisa de muita coisa para fazer pessoa feliz. O que sustenta é a verdade. Mas ela não se vê em cada pano de chão ou em cada parede fria. Não está disposta na mesa de um jantar fino ou na disponível simpatia. A verdade é coisa de sabão de barra e mão na pia. É coisa de lenço na cabeça e correr na padaria. É coisa de pegar na mão sem burocracia.