Castanhos fossem
nuvens luz
e relâmpagos,
de iluminar
noite fria,
de esclarecer
nascer do sol,
perder de vista.
Barulho manso
de trovador
que de chuva
trovoada
mel e flor.
E a fruta lágrima
desabotoa o chão
e escuta o cheiro
da terra no céu.
Caído de manso
sonho e
encanto.
De pingo em pingo
do mais temido
ao mero ponto.
Molhar-me-ia
Castanhos fossem.